quarta-feira, 16 de junho de 2010

O IMPÉRIO VOLTA A ATACAR EM ILHÉUS

DANIEL THAME

O Jornal Nacional, da Rede Globo, mostrou -enfim- a manifestação dos ilheenses em favor da implantação do Complexo Intermodal, que inclui a construção do Porto Sul, da Ferrovia Oeste-Leste, do Aeroporto Internacional e da Zona de Exportações.

É de se estranhar que, no mundo da informação em tempo real, a emissora que tem no jornalismo o carro-chefe de sua programação, tenha mostrado a manifestação cinco dias depois que ela ocorreu.

Mais estranho ainda, mostrou também um evento, na verdade um convescote, ocorrido quase um mês atrás, o abraço na Lagoa Encantada, promovida por pessoas contrárias ao Porto Sul.

É estranheza demais para um tema só.

Pois tem mais coisa estranha aí: a matéria veiculada no JN procurou passar a impressão de que Ilhéus está dividida com relação à implantação do Porto Sul e da Ferrovia, citados na reportagem.

Nada mais falso, mentiroso, inverídico e manipulador.

Vamos aos fatos.

O abraço à Lagoa Encantada, que rendeu matérias em praticamente todos os telejornais da Globo, reuniu cerca de 200 pessoas, entre ambientalistas, artistas de segunda linha e empresários sem qualquer ligação com Ilhéus.

A manifestação pró-Intermodal contou com a participação de quase 10 mil pessoas, entre políticos, sindicalistas, empresários, trabalhadores, estudantes e líderes comunitários. Gente de Ilhéus e do Sul da Bahia.

Não há nenhuma cidade dividida, como quer fazer quer a Rede Globo.

Há sim, uma cidade e uma região unidas em torno de um projeto que pode por fim a uma crise que já dura duas décadas.

E há também um grupo, capitaneado por uma ONG ávida por captar recursos do Brasil e do Exterior, que viu na proteção Global a escada para continuar protegendo menos o meio ambiente e mais os seus interesses.

É simplório demais imaginar que um dos proprietários das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, tenha embarcado nesse movimento que, por trás de reportagens pretensamente imparciais, tem o claro interesse de travar o Intermodal por possuir uma portentosa mansão num condomínio próximo à área onde o porto será instalado.

Ou que, outro baluarte do movimento anti-porto, Guilherme Leal, dono da Natura, está interessado apenas na manutenção da biodiversidade para retirar a matéria prima de seus produtos.

Alguém já parou para pensar que um porto das dimensões do Porto Sul, atrelado a uma ferrovia, a um aeroporto, a uma ZPE e ainda tendo uma base de distribuição de gás natural nas proximidades é um vetor de atração de grandes investimentos?

Um projeto capaz de tornar o Sul da Bahia porta de entrada e saída de produtos para a Europa e a Ásia?

Obviamente que um investimento desses não interessa a grupos do Sul/Sudeste do Brasil, que terão uma forte concorrência em seus lucrativos negócios.

Debaixo, no meio e em cima dessa mata (nem não nativa assim) deve existir mais do que cobras, lagartos, borboletas, macacos e outros bichos.

Vale a reflexão e mais do que isso, é preciso que a comunidade regional fique alerta para evitar que o Complexo Intermodal seja inviabilizado, já que existe uma intenção explicita de evitar que o Ibama conceda a licença para a implantação do Porto Sul.

Ao contrário do que pensa a Rede Globo, o povo já não é mais bobo.

Embora quando trate de defender os interesses de seus donos ou dos parceiros de seus donos, a emissora não está nem aí para o que o povo seja ou o povo ache.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

DEZ MIL NA MANIFESTAÇÃO EM DEFESA DO PORTO SUL



Pessoas de toda a região e dos mais diversos segmentos se uniram na tarde desta quinta-feira, 10, numa manifestação em defesa do Complexo Intermodal de Transportes Porto Sul. O ato contou com cerca de 10 mil participantes, que apostam no projeto como uma redenção para o sul da Bahia, que há 30 anos não recebe um investimento desse porte.

Os manifestantes saíram em caminhada das imediações do estádio Mário Pessoa, seguindo pela “Rua da Linha”, Praça Cairu, Rua Araújo Pinho, Praça Coronel Pessoa, calçadões da Marquês de Paranaguá e Jorge Amado, concluindo o percurso na Praça Dom Eduardo. Neste local, representantes do movimento e autoridades que apóiam o porto fizeram discursos destacando a importância do investimento.

O ato foi organizado por organizações dos movimentos sociais, incluindo entidades como Força Sindical, Confederação dos Trabalhadores e Trabalhadoras d Brasil (CTB), União Geral dos Trabalhadores (UGT), portuários, estivadores, comerciários, entre outras categorias. Prefeituras como as de Ilhéus, Itacaré e Uruçuca, Câmaras de Vereadores e clubes de serviço, como o Grupo de Ação Comunitária (GAC) de Itabuna, também se incorporam à mobilização “É um mobilização regional, pois interessa a todos nós”, afirma o presidente do Sindicato dos Comerciários de Itabuna, Jairo Araújo.

Apesar de pesquisas de opinião revelarem uma ampla aprovação ao projeto, uma barulhenta minoria de ambientalistas tenta barrar a construção do porto no litoral norte ilheense. Eles apontam problemas de natureza ambiental, por acreditarem que o empreendimento vai destruir uma preciosa área de Mata Atlântica.

“Existe um falso debate provocado por uma meia dúzia que se auto-intitula defensora do meio ambiente. A posição não pode ser a de simplesmente rejeitar o porto, mas sim de discutir como se fazer para se dirimir os impactos, que vão existir sempre”, opina o técnico em agropecuária e administrador Edvaldo Ferreira da Silva. Ele tornou-se um militante a favor do porto e acredita que a discussão deva ser melhorada, incluindo contrapartidas ambientais como “a recuperação das matas ciliares do rio Almada e da Lagoa Encantada, assim como a Mata da Esperança”. O administrador acrescenta que “a falta de oportunidades na região, causada pela ausência de investimentos, tem propiciado até mesmo a desagregação de famílias”.

“MÃO ESTENDIDA” – Também presente na caminhada, o estivador Aldicemiro Duarte declarou que o Porto Sul significa “a redenção da população regional, que está com a mão estendida à caridade há quase 30 anos, com a falência da cacauicultura”. O vereador itabunense Wenceslau Júnior também se referiu ao “abandono” enfrentado pela região nas últimas três décadas. “Agora, que uma união entre os governos federal e estadual permite viabilizar um investimento dessa magnitude, com potencial para mudar o perfil sócio-econômico da região, é preciso que haja um debate mais propositivo”, defende.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A SOCIEDADE PRECISA REAGIR, ANTES QUE SEJA TARDE



QUEM NÃO QUER O DESENVOLVIMENTO DE ILHÉUS?????


O povo ilheense está de olho nos espírito-de-porco que se articulam para defender o interesse de meia dúzia de hoteleiros e tentam sabotar o projeto Porto Sul.

Pela primeira vez em décadas de história, a cidade tem a chance de dar um salto de desenvolvimento, criar um grande distrito industrial, atrair empresas e gerar empregos. Contra tudo isso, um grupelho sem expressão - a maioria formada por forasteiros - faz de tudo para criar problemas, abusando da mentira para que Ilhéus seja condenada ao atraso eterno.

Chega dessa gente. Chega de mesquinharia. Sai fora, espírito-de-porco!

terça-feira, 8 de junho de 2010

PORTO PODE DAR TCHAU A ILHÉUS

Por conta da ação de falsos ambientalistas (os principais são funcionários de hotéis ou agentes de especuladores de terras na região), o Porto Sul pode dar adeus a Ilhéus. Os investidores já pensam em transferir o projeto para Belmonte, onde a população certamente o receberá de braços abertos.

Em Ilhéus, a população e as principais lideranças desejam a instalação do Porto, que é visto como uma oportunidade para ativar um novo vetor de desenvolvimento na cidade. Outros investimentos já estão planejados para destravar por conta do complexo intermodal de transportes.

Porém, como os "ambientalistas" não querem o projeto, quem deve comemorar é Belmonte, cidade que já tirou de Ilhéus o embarque da celulose da Veracel.

Infelizmente, se depender de gente com essa mentalidade e interesses mesquinhos, Ilhéus não deslancha nunca. É a bela cidade, que vai sempre viver de expectativas, porque há grupos que só olham para o próprio umbigo.

Uma vergonha e uma tristeza para essa cidade cheia de potencial e que pode ver passar batido mais uma chance de crescer.

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segunda-feira, 7 de junho de 2010

O QUE DESTRUIU A MATA ATLÂNTICA


Em seu carrossel de factoides, mentiras e meias-verdades, os ambientalistas atrás da moita brincam com a inteligência alheia, ao propagar que a Mata Atlântica foi destruída "em nome do progresso".

Na verdade, a mata foi devastada exatamente em função da falta do progresso, principalmente após a crise da lavoura cacaueira. Sem alternativas, muitos proprietários rurais passaram a derrubar árvores para vender a madeira e introduzir outras culturas, como o café conillon.

A pobreza é outro fator que gera a destrução do meio ambiente. Um exemplo é a Mata da Esperança, que ocupa uma área de 450 hectares dentro de Ilhéus (é uma das maiores florestas urbanas com mata nativa do mundo).

A mata, situada entre o Banco da Vitória e o Distrito Industrial, vem sendo gradativamente destruída pelas próprias pessoas que vivem nas imediações. Madeira nobre é extraída para fabricar canoas, remos e barracos. E a cobertura vegetal nativa vai aos poucos desaparecendo.

Isto sem falar nos bairros que surgem a todo momento em Ilhéus e Itabuna, sem infraestrutura, lançando esgoto "in natura" direto no leito dos rios. Uma calamidade ambiental que é fruto da pobreza, mas também ocorre em empreendimentos da hotelaria em Ilhéus, que não fazem o tratamento de seus resíduos.

O progresso que levava à destruição do meio ambiente era um modelo do passado. Atualmente, há regras que devem ser obedecidas para preservar o meio ambiente e promover o desenvolvimento sustentável. Além disso, grandes empresas que negociam suas ações em Bolsas de Valores, como é o caso da Bamin, estão comprometidas com a preservação, até porque há uma exigência internacional nesse sentido e quem destroi o meio ambiente acaba destruindo a própria imagem perante os investidores.

Portanto, vamos falar a verdade e deixar de engabelar a população regional. Chega de brincar de ambientalista, usando argumentos falsos para defender interesses escusos.

domingo, 6 de junho de 2010

AS INTENÇÕES ATRÁS DA MOITA

A verdade sobre a APA da Lagoa e as intenções que muitos querem esconder.

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